Departamento fiscal: 3 tendências de gestão para inovar

No atual contexto do mercado, uma das convicções que o gestor fiscal tem é que mudança é a palavra de ordem. Os processos, as estratégias e dinâmicas de mercado se transformam na velocidade do digital.

Ao conhecer as melhores práticas de organização, você pode implementá-las e testar sua eficácia na prática, melhorando a agilidade do departamento, a motivação dos funcionários e, claro, os resultados do escritório.

Veja quatro tendências de gestão fiscal que podem impactar não só no dia a dia dos profissionais do seu time, mas também em projetos estratégicos como no planejamento tributário.

1 Migração para a nuvem

A tecnologia trouxe um universo de novas possibilidades. Para o gestor fiscal, obter um desempenho superior no seu departamento e se apropriar das novas ferramentas é fundamental.

A gestão de dados em nuvem, por exemplo,  traz uma série de benefícios para a organização. Os profissionais ganham praticidade e os processos são otimizados. Além disso, as informações ficam acessíveis a qualquer hora e de qualquer lugar.

Uma boa plataforma de gestão também fornece informações importantes para rotinas fiscais e dados estratégicos para a construção de planejamento tributário. Em suma, um software em nuvem torna a rotina mais simples.

2 Automação de processos

Mais uma vez, a tecnologia se revela como uma grande aliada do gestor fiscal. Ao automatizar os processos e torná-los sistemáticos e contínuos, o  profissional tem condições de focar seu tempo e sua energia em tarefas mais práticas.

A automação impacta tanto na redução de custos, como também no aperfeiçoamento de processos, evitando erros que acarretam multas. É possível, por exemplo, automatizar o recebimento de notas fiscais eletrônicas simplificando as rotinas do departamento para fechamento do mês.

A maioria das tarefas burocráticas e recorrentes pode ser automatizadas, melhorando muito a performance do seu time.

Colaboração em alta

O mundo está, cada vez mais, adotando plataformas colaborativas. Esse conceito pode ser replicado no seu setor: ao invés de fomentar um senso de competitividade, agora é a vez de construir um ambiente colaborativo.

Quando os profissionais ganham vez, voz e mais possibilidades de interação, eles se apropriam desta autonomia. Em conjunto, aprendem a lidar com determinadas situações, buscam soluções e sentem-se motivados para seguir em frente. Afinal, tudo fica mais leve quando você sabe que não está sozinho na jornada. A colaboração agrega valor ao trabalho, ao planejamento tributário e aos resultados da equipe.

Diante de um problema técnico, por exemplo, se o analista contar com o apoio dos seus colegas, na certa, eles chegarão a uma solução viável e eficiente mais rápido. Afinal, várias cabeças pensam melhor que uma. O ambiente colaborativo simplifica os processos e melhora os resultados.

Por exemplo: hoje é muito comum assistirmos webinários e baixarmos ebooks sobre assuntos relacionados a área de atuação, que tal promover compartilhamento de conhecimento através de rodas de conversa?

Tendências podem pautar crescimento 

Ao conhecer as tendências do novo mercado, o gestor fiscal ganha embasamento para identificar e avaliar as possibilidades de inovação e reestruturação do modelo de negócios da área. As novidades são muitas e as alternativas também. Agora é o momento de analisar o que cabe na realidade do setor (ou do escritório como um todo) e, a partir do que foi selecionado, desenhar um plano para a implementação das novas estratégias.

Lembre-se: o investimento em uma ou mais tendências impacta diretamente na rotina e nos resultados do escritório. Daí a importância de planejar, cuidadosamente, as novas iniciativas.

Inspire-se nas tendências, execute as mudanças e contribua para o crescimento do escritório.

Fonte: Contábeis