4 lições de Michelle Obama para o seu negócio

Quando a biografia de Michelle Obama foi lançada, sabíamos que seria coisa boa, tendo como base seus discursos (que ela sempre fez questão de escrever), engajamento político, social e feminista, e especial dedicação com a Educação como forma de transformar vidas. E tudo isso foi realmente potencializado com um surpreendente nível de transparência e reflexões.

4 lições de Michelle Obama para o seu negócio

No meio de tantas revelações e lições que o livro traz, o óbvio: Michelle Obama é um incrível exemplo de Profissional do Futuro e sua jornada de transformação deixa 4 grandes lições.

1. O Autoconhecimento é nossa melhor perspectiva de futuro

Autoconhecimento significa nossa capacidade de nos perceber críticos em nossa própria vida, de nos reconhecer em nossas capacidades e, principalmente, de conseguir definir rotas para futuros desejados. Michelle Obama assume que a falta de Autoconhecimento a deixou à deriva em sua própria vida, enquanto para Barack Obama foi fator-chave para o levar a ocupar o cargo de primeiro presidente afro-americano dos EUA.

“O que mais me surpreendeu foi não ter ideias concretas sobre o que eu gostaria de fazer. De alguma forma, em todos os meus anos de estudo, eu não refleti sobre as minhas paixões e sobre como elas se encaixariam a trabalhos significativos. Barack (…) experimentou algumas coisas, conheceu todos os tipos de pessoas e aprendeu sobre as suas prioridades ao longo do caminho.”

2. Nossa história é a base para a construção de nosso Legado

Muitas pessoas acreditam que Protagonistas como Barack e Michelle Obama são quem são porque tiveram uma história perfeita e favorável. Em seu livro, Michelle detalha sua infância simples, enfatiza a importância que a Educação teve em sua formação e como seus valores moldaram sua capacidade de acreditar e fazer coisas extraordinárias.

“Ainda não sei muito sobre os Estados Unidos, sobre a vida, sobre o que o futuro trará. Mas eu me conheço. Meu pai, Fraser, me ensinou a trabalhar duro, rir com frequência e cumprir com a minha palavra. Minha mãe, Mariam, me ensinou a pensar com a própria cabeça e a usar minha voz. Juntos, no nosso apartamento apertado no South Side de Chicago, eles me ajudaram a enxergar o valor da nossa história, da minha história, da história mais ampla deste país. Mesmo quando não é bonita e perfeita. Mesmo quando é mais real do que você gostaria que fosse. Sua história é o que você tem, o que sempre terá. É algo para se orgulhar.”

3. A dúvida estará sempre à nossa sombra; escolha qual será o seu papel.

Estamos vivendo uma era de profundas transformações e a dúvida do porvir paira no ar. Várias possibilidades dividem o mesmo espaço e o mundo ainda está aprendendo a responder à diversidade de opções. Se perder nesse caos pode ser fácil se você não escolher ser fiel a você. Se é fácil? Definitivamente não. Nem mesmo para Michelle Obama. Mas, sua postura positiva e centrada foi seu ponto de apoio seguro.

“Desde que entrei relutante na vida pública, fui considerada a mulher mais poderosa do mundo e apontada como a “mulher negra mais raivosa”. Queria perguntar ao meus detratores qual a expressão eles consideram a mais relevante — “mulher”, “negra” ou “raivosa”? Sorri para as fotos com gente que chamava meu marido de nomes horríveis em cadeia nacional, mas mesmo assim queriam uma lembrança emoldurada para por no console da lareira. Ouvi falar dos lugares lamacentos da internet que questionam tudo a meu respeito, até se sou homem ou mulher. Um congressista americano já fez piada da minha bunda. Fui magoada. Fiquei furiosa. Mas, acima de tudo, tentei rir das coisas.”

4. A Jornada pode ser sempre interessante se escolher recomeçar.

Michelle Obama destaca ao longo de todo o livro como conviveu com as mais diferentes expectativa que tinham sobre quem ela deveria ser e como era difícil desafiar essas expectativas para manter sua liberdade de se reinventar e de ser uma eterna aprendiz em sua própria vida. A conclusão? Ter coragem não é sobre acabar com o medo, mas sobre como continuar fazendo o que precisa ser feito mesmo tendo muito medo.

“Eu falava para as pessoas que, quando crescesse, seria pediatra. Por quê? Porque adorava crianças pequenas e logo aprendi que a resposta era agradável aos ouvidos dos adultos. Ah, vai ser médica! Boa escolha! Na época, eu usava maria-chiquinha e vivia mandando no meu irmão mais velho, e não importava o que acontecesse, sempre tirava 10 na escola. Era ambiciosa, embora não soubesse muito bem qual era minha meta. Hoje em dia penso que essa é uma das perguntas mais inúteis que um adulto pode fazer a uma criança — O que você quer ser quando crescer? Como se crescer fosse algo finito. Como se a certa altura você se tornasse algo e ponto-final.”

Tentando conectar todas essas lições, chego à conclusão que o essencial está em transformar a dúvida em força motriz no processo de descoberta de nós mesmo e do que podemos fazer com nosso potencial. Descubra mais sobre como essa Jornada pode acontecer com você!

Fonte: Administradores